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30/08/2017
FAMA TEM NOVOS COMITÊS LOCAIS INSTALADOS
por: FAMA

O FAMA não para de crescer. Somente nesta semana três novos Comitês locais estão sendo lançados: Minas Gerais(segunda, 21), Paraíba (terça, 22) e Bahia (sexta, 25). Em setembro, será a vez de Porto Alegre lançar seu Comitê. Eles se somam aos de Brasília e Pará que já estão em pleno funcionando.

O Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA - tem por objetivo promover uma grande reflexão sobre o tema da água que impacta diretamente a vida da população mundial. Essa discussão precisa ser feita sob a perspectiva das reais necessidades das pessoas, tratando a água como direito e não mercadoria, como querem as grandes corporações multinacionais e que estão à frente do autodenominado ‘Fórum Mundial da Água’.

Diante disso, é fundamental a formação de Comitês locais para unir entidades e movimentos sociais e fazer o debate do tema nas especificidades de cada região.

A ser realizado em março de 2018, em Brasília, o FAMA - é a oportunidade de todos os setores da sociedade – públicos, sociais e acadêmicos – de repensar a cultura da água, de mostrar novas formas de defesa deste bem e de construir ações políticas para que toda a vida do planeta não seja extinta pela falta de água.

O FAMA foi lançado oficialmente no 5 de junho, dia mundial do Meio Ambiente, em São Paulo-SP, e, desde então, uma comissão organizadora vem trabalhando para agregar cidadãos, entidades e movimentos sociais e dar visibilidade aos seus objetivos.

Em sua Coordenação Nacional, o FAMA já agrega dezenas de entidades e organizações nacionais e internacionais e as adesões não param de chegar. Clique aqui para participar.

Desmistificando o ‘Fórum das Corporações’

O Fórum e o Conselho Mundial da Água são vinculados a organizações privadas, em especial às grandes corporações multinacionais, que têm como meta impulsionar a mercantilização da água; a intensificação das práticas de transposição de bacias hidrográficas, privilegiando o atendimento das demandas por água a qualquer preço em detrimento da sua gestão; a construção de barragens para os mais variados fins afetando de forma significativa populações ribeirinhas sem considerar impactos sociais e culturais; a apropriação e controle dos aquíferos subterrâneos; entre outros.

Muitas dessas corporações já controlam a prestação de serviços de água e esgoto; a extração intensiva de água para engarrafamento, produção de bebidas, etc., e seus interesses são de apropriação das reservas de água para gerar lucros extraordinários.

Denunciar essas práticas que impõe fortes impactos financeiros e restrições de acesso à população de todo o mundo, afetando, sobretudo os mais pobres, também está entre os principais objetivos do Fórum Alternativo, além de debater temas centrais de defesa pública e  controle social das fontes de  água, o acesso democrático à água, a luta contra as privatizações dos  mananciais e as políticas  públicas necessárias para  o controle social do uso  da água  e  preservação ambiental.

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