Notícias dos Sindicatos

11/02/2016
SEGUNDO SINDICATO, CAESA CHEGOU AO FUNDO DO POÇO
por: Amapá 247

Servidores da Companhia de Água e Esgoto do Amapá voltaram a cruzar os braços nesta quinta-feira (11) em protesto ao atraso de salários e outros problemas existentes na empresa; Segundo o dirigente do Sindicato dos Urbanitários e servidor da Caesa, Francinaldo Flexa, a companhia chegou ao fundo do poço e não tem sequer papel higiênico para os servidores

A companhia ainda não pagou o salario de janeiro dos servidores, mas segundo Francinaldo Flexa além do salário a empresa não oferece Equipamento de Proteção Individual (EPI), não vem recolhendo o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e não tem sequer papel higiênico e cadeira para os trabalhadores.

“Não tem nada e a Caesa infelizmente está no fundo do poço. O negócio tá complicado aqui” afirma o dirigente do sindicato que é membro do Conselho Administrativo da companhia, acusando ainda a direção da empresa de pressionar os trabalhadores para cumprir horário de trabalho, mesmo sem oferecer as mínimas condições.

Procurada pela imprensa a presidente da Caesa, Patrícia Brito, alegou a necessidade de abertura do orçamento do Estado para solucionar os problemas. Segundo ela o pagamento do salário vai depender da abertura do orçamento de 2016 por parte da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan) e, consequentemente  do pagamento das contas de consumo de água por parte do Governo do Estado. Quanto ao FGTS, Patrícia diz não ter recursos para realizar o pagamento.

Para a presidente da companhia o dirigente do sindicato deveria entender as dificuldades da Caesa, pois na qualidade de membro do Conselho Administrativo conhece as dificuldades. Francinaldo Flexa afirma no entanto que as propostas apresentadas por ele no conselho não são ouvidas, “ são jogadas ao lixo” disse.

 

 

 

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